Acessório promete privacidade para dormirA peça criada pela marca americana The King of Sleep é indicada para viagens e salas de espera, batizado como Snazzy Napper, uma curiosa máscara que dá o luxo de dormir em qualquer lugar. O usuário pode escolher entre a versão básica e a extra large, que serve como cobertor. O acessório tem uma abertura para o nariz, um bolso interno para acomodar celular e carteira, além das estampas fofas. Add to orkut Designer cria joia que distorce a faceNão é de hoje que ouço falar que: “de louco todo mundo tem um pouco”, agora usar acessórios que deformam a face pra mim é nova! Totalmente inusitadas, as criações da artista turca Burcu Büyükünal foram desenvolvidas especialmente para deformar o rosto de quem as usa. Isto mesmo. Ao usar uma das peças feitas em ouro, algumas ainda com incrustações de brilhantes, você ganha um visual no melhor estilo de quem teve de fazer uma cirurgia de reconstrução facial ou que acabou de sair de uma aplicação de botox malsucedida. Bonito não fica, mas com certeza chama a atenção… Add to orkutEx-engenheiro da Ericsson, o sueco Per Segerbäck passa mal só de ficar perto de um celular, TV ou qualquer outro aparelho eletrônico. Por isso, há 11 anos vive isolado em uma cabana — e reza para nenhum avião passar por perto
Todo fim de tarde, o sueco Per Segerbäck, 54 anos, liga o rádio, movido a baterias velhas, para ouvir a previsão do tempo — algo essencial já que ele mora em uma reserva ecológica e precisa se proteger do frio intenso durante boa parte do ano. Apesar da profissão de engenheiro eletricista, Segerbäck leva uma vida bucólica. Em sua cabana de madeira, a 120 quilômetros da capital Estocolmo, não há microondas, televisão ou celular. Câmera digital não faz parte de seus bens e nem passa por sua cabeça comprar um iPad. Não, Segerbäck não é daquelas pessoas que resistem ou têm horror a novas tecnologias. Na verdade, ele tem alergia a elas. O homem afirma ter reações a ondas eletromagnéticas — emitidas por qualquer equipamento alimentado por energia elétrica. “Ultimamente, não tenho ficado perto nem de relógios de pulso digitais.” A única saída que encontrou para resolver seu problema, que não é reconhecido pela medicina, foi isolar-se do mundo. Há 11 anos Segerbäck deixou a cidade de Estocolmo e sua carreira na multinacional sueca de telecomunicações Ericsson para viver nessa reserva ambiental. Os lobos, alces e ursos que passeiam por lá não o assustam. “Preocupo-me é com os aviões que, de vez em quando, passam perto daqui, com seus radares potentes”, diz. Ele deu essa entrevista por telefone e trocou 28 e-mails com nossa reportagem para explicar seu problema. Mas os dois aparelhos — telefone e computador — ficam em uma cabana separada, ao lado da casa em que vive. A fonte de energia dos equipamentos, uma bateria de 12 volts, está enterrada a cerca de 27 metros de distância. No terreno, há ainda uma terceira cabana onde ficam a geladeira e o freezer, conectados a uma corrente elétrica que precisa ser desligada quando Segerbäck entra no ambiente. Para iluminar sua casa, ele usa velas e uma lâmpada abastecida por bateria. Se não tomar todos esses cuidados, sente dores de cabeça, tontura e náuseas. Esses são apenas alguns dos sintomas mais leves de que se queixa. Add to orkutUm hotel suspenso no espaço será necessariamente diferente de todos os hotéis da Terra. A vida a bordo não será muito fácil, pois terá de obedecer a certas exigências comuns às missões espaciais e ao cinema de ficção científica. Para os hóspedes se movimentarem, por exemplo, deverão usar roupas com velcro para se agarrarem ao chão e às paredes. Tomar banho em gravidade zero exclui os duches; para ultrapassar esta dificuldade os passageiros terão ao seu dispor um spa com bolhas de água flutuantes. Mas tudo isto é recompensado pelo espectáculo do nascer do Sol repetido quinze vezes por dia, pois a nave dá uma volta inteira à Terra a cada 80 minutos. Radicados em Barcelona, os arquitetos do The Galactic Suite Space Resort disseram que o projeto deve custar 3 milhões de euros (US$ 4,4 milhões) para uma estadia de três noites no hotel. No preço, está incluso um curso de treinamento de oito semanas em uma ilha tropical. A empresa (cujo site é www.galacticsuite.com) espera começar o projeto com um único quarto em órbita a 450 km de distância da Terra, viajando a 30 mil km por hora, com capacidade de acolher quatro hóspedes e dois astronautas-pilotos. Mais de 200 pessoas demonstraram interesse na viagem ao hotel espacial, e pelo menos 43 pessoas já fizeram suas reservas, a inauguração está prevista para 2012. Add to orkutPrédios de NY apagam luzes externas para salvar aves migratóriasSegundo instituição, milhares de aves morrem todos os anos porque são atraídas pelas luzes de decoração dos edifícios
Para evitar que aves migratórias morram ao colidir com altos edifícios, uma campanha nos Estados Unidos incentiva que os prédios reduzam a iluminação externa durante a noite para não serem atingidos pelos pássaros que seguem para o sul no outono. Apenas em Nova York, cerca de 90 mil aves migratórias morrem todos os anos após colidir com as dezenas de edifícios da metrópole, segundo o site TreeHuger. Neste ano, o Empire State, o Chrysler Building e o Rockefeller Center, três construções icônicas da cidade, diminuirão suas luzes a partir do dia 1º de setembro. Empire State Building, em Nova York
A campanha Lights Out, que começou em Chicago, é organizada pela Sociedade Audubon. Segundo a organização, se os prédios diminuirem a iluminação externa a partir da meia-noite até o amanhecer, milhares de pássaros deixarão de colidir durante o voo de migração. Os pássaros migratórios se orientam espacialmente pelas estrelas e as luzes das cidades confudem o senso de direção dos animais. O problema é maior quando chove ou após a meia-noite, que o horário em que os pássaros diminuem a altitude de voo. Uma vez desorientados, muitos pássaros batem nos prédios mais altos das cidades e caem mortos nas calçadas. Outros são atraídos pelas luzes do mesmo jeito que as mariposas. Eles voam ao redor dos edifícios até a exaustão e não conseguem terminar a migração. Add to orkut |
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